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A má qualidade do sono é uma das queixas mais frequentes em consultas médicas

Quais as causas?

Condições como o envelhecimento, dores crônicas, depressão, trabalhos em turno (que não tem horários regulares de sono) e doenças hormonais. A população feminina, em especial a de mais idade é mais suscetível a desenvolver insônia e depressão.

Apesar de a insônia ser geralmente sintoma de outros problemas de saúde, principalmente relacionada com depressão e ansiedade, há pessoas que tem predisposição a desenvolvê-la.

Muito comum é o insone que “desaprende” a dormir pois fica preocupado demais com o próprio sono, tornando o ato de dormir uma “prova”, e não momento de descanso. Nos casos mais crônicos e graves, o insone passa boa parte do tempo preocupado se irá conseguir dormir, e em como será o seu sono, e conforme se aproxima o horário de deitar a ansiedade aumenta.

Muitos pacientes adotam estratégias que parecem ajudar, mas que só pioram o problema, como por exemplo, ir para a cama sem sono ou ficar muito tempo na cama tentando adormecer.

Algumas medicações em uso pode interferir no sono, por isso é importante ter conhecimento de todos os medicamentos que está em uso, assim como as suas dosagens. Antibióticos, remédios para a pressão alta, colesterol, remédios para diabetes e antiinflamatórios são alguns exemplos.

Alguns hábitos pessoais podem piorar a insônia, como por exemplo, o consumo de álcool, substâncias estimulantes, prática de atividade física próximo a hora de dormir e atividades que demandem muita atenção, como jogos de computador, internet, redes sociais e atividades profissionais.

Lembre-se, o mais importante nas horas próximas ao horário de dormir é gradativamente ir se desligando da rotina do dia.


Carlos Guilherme Suárez Teles

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